Você sabe o que são Apostasia, Cisma e Heresia?

Hoje em dia, aparentemente, esses termos caíram em desuso. Apenas aparentemente.
Lidamos com esses desafios diariamente, sem perceber, pois se apresentam disfarçados de uma falsa normalidade. Eis o grande perigo!
É necessário dizer que tais dificuldades no seio da Igreja surgem devido ao pecado do homem. Principalmente, ao orgulho e à presunção de salvação sem a necessidade de Deus.
Vejamos o que cada um deles significa.
O termo Apostasia, segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC), significa o repúdio total da fé cristã. Ou seja, aquele que despreza ou abandona a fé cristã para abraçar doutrinas não cristãs, comete apostasia e é chamado apóstata.

A palavra Cisma, quer dizer separação, divisão. Teologicamente, incorre na recusa de sujeição ao Sumo Pontífice (Papa) ou da Comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos. Dois grandes cismas feriram a unidade da Igreja ao longo de sua história: em 1054, que originou as Igrejas do Oriente e ritos orientais e em 1517, na “Reforma” Protestante que originou praticamente todas as igrejas denominadas, erroneamente, de “evangélicas”. Podemos considerar um terceiro cisma o de 1534, que originou a igreja Anglicana que é a oficial da Inglaterra. Hoje, graças a Deus, a Igreja mantém um diálogo aberto e de amor com essas igrejas e caminha, cada vez mais, para um retorno à unidade. Especialmente, com as igrejas orientais e as protestantes tradicionais. Infelizmente, algumas igrejas protestantes pentecostais e neopentecostais ainda mantêm uma postura irredutível.

A Heresia é a negação pertinaz (teimosa), após a recepção do Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com fé divina e católica (dogma), ou a dúvida pertinaz a respeito dessa verdade. Várias heresias assolaram a Igreja ao longo de sua existência, tais como: o gnosticismo, o arianismo, o nestorianismo, o monofisismo, o maniqueísmo, o relativismo, o ateísmo, entre outras. Veremos cada uma delas em outras oportunidades.

O remédio para combater esses riscos à unidade da Igreja? Conhecer profundamente a sua fé e ter uma vida pautada na Palavra de Deus, na oração e nos sacramentos.

Já dizia Santo Agostinho: “ninguém ama aquilo que não conhece”.

Por isso, quem conhece a verdadeira Igreja de Cristo jamais a abandona, pois a ama.

Gostou? Comente aí embaixo e recomende o blog aos amigos.

Paz e Bem!

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